Mulher é estrangulada até a morte pelo namorado; criminoso foi flagrado pelos policiais ainda esganando a vítima

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Na tarde de segunda-feira (19) uma mulher, identificada como Fátima Evanilda Ferreira, 49 anos, foi encontrada morta no Residencial Bem Viver, no bairro São Miguel em Cáceres (218 km de Cuiabá). O  ex-namorado enforcou a companheira até a morte, pois não aceitava o fim do relacionamento.

A polícia ao chegar no local, encontrou o suspeito por cima do corpo da vítima enquanto ainda a enforcava, mesmo ela já estando sem vida.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, a Polícia Militar recebeu uma denúncia anônima, de que uma mulher gritava e pedia por socorro. Imediatamente, a equipe policial compareceu a residência e tentou contato com os vizinho. Tendo em vista, que o muro era alto demais e o portão estava trancado com dois cadeados grandes. Mesmo assim, a Polícia Militar resolveu acionar a sirene da viatura, mas não obteve resposta alguma.

Um dos moradores para tentar ajudar a PM, emprestou um alicate de grande porte, para que a equipe policial  cortasse os cadeados do portão e entrasse na residência. Segundo os vizinhos, fazia um tempo desde que a mulher havia parado de gritar e que ela ainda estava dentro da casa.

Depois de conseguirem abrir o portão, os policiais entraram na casa, se depararam com um homem na varanda, parado e estático, ainda por cima da vítima em uma posição de estrangulamento.

Os policiais deram voz de prisão e algemaram o homem, de 33 anos, identificado como ‘Carreta’. Logo em seguida perceberam que a vítima não respirava e acionaram apoio do Corpo de Bombeiros, que ao chegarem, constataram que a Fátima já estava sem vida.

A Polícia Civil e a Politec foram acionadas para investigar o crime de estrangulamento.

Já o suspeito foi encaminhado para a produção do Boletim de Ocorrência que, posteriormente, foi entregue a Delegacia Especializada da Defesa da Mulher de Cáceres para conhecimento e providências cabíveis.    

A Delegacia da Mulher informou que Fátima chegou de pedir medida protetiva contra seu ex-namorado, devido as ameaças que estava sofrendo. Contudo, ela preferiu não representar criminalmente contra o suspeito.

Texto: Elisa Ribeiro*

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