Esposa assassinada e marido preso em hospital: um pequeno detalhe poderia ter evitado a tragédia em Vilhena

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Está sendo velado na Capela Mortuária de Vilhena e será sepultado na tarde deste sábado, 18, o corpo da aposentada Zuleima Brustolin Poletto. Ela tinha 75 anos e foi assassinada ontem pelo marido, Alvides Antônio Poletto, da mesma idade.

Ainda abalada pela tragédia, a família também precisa lidar com o fato de que o autor do crime, que enfrenta o câncer em estágio avançado, está internado no Hospital Regional, para onde foi levado após ser ouvido na polícia. O conteúdo da oitiva dele não foi divulgado.

A Colônia Penal não tinha condições adaptadas para receber o autor confesso do homicídio, que está usando sonda para se alimentar. Por isso, ele ocupa uma cela na unidade de saúde.

O FOLHA DO SUL ON LINE apurou que um detalhe teria feito toda a diferença no desfecho do caso: Alvides, que deveria ser trazido de ambulância de Cacoal, onde recebia atendimento, direto para o Hospital Regional de Vilhena, chegou à cidade em um ônibus.

Se tivesse sido transportado da maneira como estava previsto, o idoso não teria dormido em sua casa, onde estava a arma artesanal usada por ele para matar a companheira, com quem viveu por 58 anos. A idosa foi executada com um tiro na testa.

Embora não apontem culpados, os parentes do casal ainda tentam compreender o que aconteceu para que, mesmo em estado terminal, o veterano ex-caminhoneiro tenha retornado para Vilhena num veículo inadequado.

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