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Feliz 2020 – Por Ronan Almeida de Araújo

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Aproxima-se o final de um ano cheio de intempéries e ambigüidades. O ano de 2019 foi, sim, atípico em quase tudo, principalmente na vida política nacional. Governo federal com idéias diferentes. Depois de quase 16 anos administrado por políticos à esquerda, agora estamos vivendo com a direita. Muitas coisas mudaram e vão continuar mudando no próximo ano. Desde 1500, o país é assim. Parece roda gigante. Gira e fica no mesmo lugar. É o seis por meia dúzia, literalmente. Então, quais as mudanças? Apenas de comportamento. De estrutura mesmo nas áreas mais abrangentes, dificilmente vamos vivenciar tão cedo. É o preço que estamos pagando por optar por uma educação arcaica, voltada à época da roda quadrada. As inversões sociais são visíveis. Somos todos contra nós mesmos. A corrente para frente, Brasil, nunca deixou de ser uma utopia barrista focada no primarismo da idade dos primórdios viventes. Haverá um dia que sairemos do ostracismo retardado em direção às primeiras palavras do civismo e do espírito do patriotismo social, uma busca que jamais devamos deixar de pontuar.

Hoje nossa sociedade é da ignorância “triunfante” da modernidade ligada ao mundo dito como globalizado. Porém nunca funciona nas terras de Pedro Alves Cabral, menos na sua terra natal, um país que está levando milhares de nacionais às terras portuguesas. Nunca saímos da exploração deles. Tiraram nossas riquezas. Deixaram rastros de destruição de uma civilização que tinha tudo para se tornar desenvolvida. Mas, como é o Brasil, uma nação que seus filhos têm vergonha de chamar de país, com raríssimas exceções, a nação verde e amarela vai capengando, tipo jabuti na praia, quase parando, para não dizer desistindo de continuar seus passinhos para procriar, caso não venha um intruso daqueles de matar uns três em véspera festiva como agora para “curtir” com os amigos. Vai Brasil.

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Até quando estaremos nessa hipocrisia desenfreada sem rumo, sem direção, sem piloto e sem comando, em todos os níveis. Aqueles urgidos pelo “espírito” de homem público, mas que, nos primeiros meses de governança, parece urubu na carniça: desviar e dilapidar o patrimônio nunca deixaram de freqüentar as hostes dos sugadores do patrimônio do púbico, que, na realidade, parece discurso daqueles que prometem mudanças iguais às de JK, ou seja, 50 em 05 anos, de radicalismo total em termos de projetos sociais significativos. Quem dera se tivéssemos, pelo menos, um governante que imaginasse a força que tínhamos na década de 60, quando era possível enxergar no semblante a alma brasileira. Hoje, nem alma temos.

Mas nem tudo está perdido. A luz da vitória vem do ensino. Ler, estudar, freqüentar salas de aula, visitar bibliotecas, intercâmbios, acordar cedo, dormir tarde, sempre focado apenas numa palavra: educação. Fora disso não há salvação. Insistir nas trevas da ignorância é forçar o país no precipício anacrônico da burrice que atormenta a grande maioria dos cidadãos brasileiros, que preferem a vida fácil, o conforto das tecnologias e a distância da escola. Assim caminha a nação.

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Por Jornalista Ronan Almeida de Araújo

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