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Pets em casa: como lidar com o ciúme dos animais?

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A expansão do grupo em que o animal está inserido pode provocar mudanças desde aumento da agressividade até maior amorosidade. Tudo depende do modo que os novos integrantes da família são apresentados e como a convivência é mantida

Compartilhar espaço e atenção costuma ser um aprendizado desafiador não só para humanos, mas também para animais. Se irmãos costumam disputar a atenção e o carinho dos pais em alguns momentos do desenvolvimento, o mesmo ocorre com diferentes animais de estimação que compartilham a casa.

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Embora seja difícil transferir emoções humanas para mascotes, um estudo desenvolvido pela Universidade Eötvös Loránd, na Hungria, observou de que maneira cães podem ter dificuldades em compartilhar espaço com outros animais e objetos, e como se dá a convivência entre eles.

Ao analisar 24 cães nessa situação, os pesquisadores constataram que alterações comportamentais mais evidentes, tais como maior agressividade, ocorriam quando os donos interagiam com outro cachorro. Por isso, estar atento à inserção do seu bichinho em uma comunidade, tanto de humanos, quanto de outros animais, está entre os cuidados com o pet que são essenciais.

Ampliação do grupo

A ampliação do grupo em que aquele animal de estimação está inserido pode provocar algumas mudanças comportamentais nele. Ao começar a frequentar creches, o cachorro ou o gato pode ter a chance de trabalhar a própria socialização, o que requer gasto de energia, além da oportunidade de aprender a compartilhar o espaço e a atenção de humanos com outros animais.

A chegada de crianças à casa também pode gerar diferentes reações dos mascotes. Uma delas é o aumento da agressividade, como um rosnado ou uma agressão, que pode estar vinculado ao sentimento de posse. Ainda pode haver amorosidade e proteção do pet em relação ao bebê. Tudo depende do modo como a apresentação é feita e a convivência é conduzida.

Modo de agir

Se um bebê chegar em uma casa com pets, é bom apresentar o recém-nascido gradualmente aos animais. Os cães são especialmente conectados ao faro, por isso, deixá-los cheirar as primeiras roupas usadas pelo bebê pode ser bom para criar confiança e familiaridade no canino em relação ao novo morador. Durante a gestação, a mulher pode deixar o animal descansar próximo a sua barriga.

Ao adotar o primeiro animal, uma boa iniciativa é deixá-lo conviver com outros bichos, ou semelhantes, mas de outras raças, o que pode ser feito a partir de passeios e brincadeiras em locais públicos. Observar como se dá a convivência do seu pet com outros animais em parques, ruas e praças é um bom meio de verificar como ele socializa até que você adote outro mascote.

Se decidir manter um novo animal de estimação em casa, é bom redobrar a atenção para o primeiro pet. Ao oferecer carinho para o novo amigo, lembre-se de também acariciar o mascote mais antigo e dar atenção a ele. Isso o ajuda a não interpretar demonstrações de afeto como excludentes, mas, sim, algo coletivo.

Ao ter mais de um animal em casa, alguns cuidados importantes são: manter a alimentação de cada mascote em espaços separados, cada um tendo o seu bebedouro e comedouro, dar atenção e carinhos na mesma proporção para todos e, se precisar chamar a atenção de algum deles, separá-los e não usar a violência.

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Se houver problemas insistentes entre os animais, pode ser preciso mantê-los por um tempo em locais separados. De modo geral, é preciso que os humanos prestem atenção na interação entre os pets, especialmente, no começo, a fim de detectar possíveis conflitos e buscar meios de amenizá-los.

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