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Obscuro! 23/07/2018 19:22 Fonte: Planeta Folha - Cristiano Lyra

Suspeito de matar idoso encontrado morto em poço não autorizou a entrada de Assistente Social de Rolim de Moura no quintal da residência

Durante todo os procedimentos de retirada do corpo do idoso, o enteados e manteve calmo na residência e auxiliava emprestando algumas ferramentas ao Bombeiros e policiais.

O portal de Notícias Planeta Folha conversou com exclusividade com a Assistente Social que realizou as primeiras investigações sobre o paradeiro do idoso Francisco Domingues da Silva de 82 anos, encontrado amarrado e morto dentro de poço no último domingo (22), no bairro Boa Esperança, em Rolim de Moura (RO).

De acordo com a Assistente Social que teme por divulgar sua identidade e prefere se manter em sigilo, um cunhado do enteado do idoso, identificado como Pedro Luiz Sulzbacher de 52 anos, compareceu na data de 13/07  no hospital municipal e procurou sobre as informações, de qual seria os procedimentos quando um paciente vem a óbito na cidade de Porto Velho/RO, visto que o padrasto de seu cunhado, no caso o idoso Francisco, havia dado entrada no dia 05/07 e que após ser encaminhado à capital, acabou vindo a óbito no dia 09/07/2018, segundo ele estas informações foram obtidas com o seu irmão Pedro.

Diante das informações, a Assistente Social do Hospital Municipal de Rolim de Moura, iniciou as buscas pelo suposto registro de entrada no hospital, e acabou não localizando nada de registro, já no dia 17, uma ligação de Porto Velho afirmou que a pessoa de Francisco não havia dado entrada em nenhum hospital da capital.

Com a informação, no dia 18, a assistente social foi até a casa do idoso desaparecido e foi recebida pelo enteado da vítima, que se se apresentou como cuidador. Ele afirmou que havia levado o idoso até o hospital, onde recebeu atendimento na emergência, em seguida ele disse que recebeu uma ligação de Porto Velho informando sobre o óbito do padrasto, porém não soube informar quem havia lhe dado a informação da morte.

Em OFF a Assistente Social disse a nossa redação que quando ela foi recebida pelo enteado na residência do idoso, ela teria pedido para entrar no quintal, mas foi negado a autorização e o portão foi mantido cadeado.

Após a negativa de entrada no quintal e o registro de entradas no hospital de Rolim de Moura e na Capital não ter sido encontrado, a Assistente compareceu na Delegacia de Polícia Civil no dia 20 e registrou o caso à polícia.

No mesmo dia, a Polícia Civil foi até a casa do idoso e o mesmo contou a mesma versão contada à Assistente Social e em seguida outras versões foram apresentadas, como o idoso teria falecido na capital elevado para o estado de São Paulo pelos seus filhos para sepultamento, mas não conseguiu provar nenhuma versão.

No quintal da residência foi percebido que o poço havia sido entupido, na suspeita de que o pior haveria ocorrido, os policiais com a ajuda do Corpo de Bombeiro, DER e populares, deram início ao processo de desentupir o poço.

Todo o tempo, desde a sexta-feira (20) por volta das 16 horas, sábado e domingo momentos antes de encontrar o corpo, o enteado se manteve calmo e emprestava equipamentos ao Bombeiros para ajudar na retirada da terra. No momento que o braço do idoso foi encontrado, uma policial civil deu voz de prisão à Pedro e levou o mesmo para UNISP, para os procedimentos cabíveis.

Segundo o Delegado Dr. Cesar em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (23), Pedro após chegar na Unisp foi indagado sobre o crime, eu logo confessou tudo, e contou que que na data do sumiço do idoso no início do mês, ele teria saído para ir ao mercado e ao voltar, se deparou com a frauda descartável de sua genitora rasgada e um dos seios do lado de fora, desconfiando que seu padrasto teria molestado a mesma, o mesmo indagou o mesmo sobre o fato, momento em que o idoso disse “Eu faço com a sua mãe o que eu querer, pois ela é minha mulher”, momento em que o idoso partiu para cima do enteado com uma foice, e ao golpeá-lo, o enteado conseguiu escapar e na posse de um martelo que estava utilizando para consertar um casinha de cachorro nos fundos do quintal, golpeou-o na cabeça e o matou.

Após matar o padrasto, o enteado contou que sem saber o que fazer com o cadáver, pegou o mesmo amarrou em um pneu e jogou-o dentro do poço.

Segundo Dr. Cesar, o acusado foi autuado e preso pelo crime de ocultação de cadáver, e não pode ser flagranteado pelo assassinato devido ao prazo até encontrar o corpo ter saído fora flagrante, ele aguarda na cadeia o seu julgamento.

O delegado afirmou que o acusado afirmou que no passado o mesmo já foi acusado e processado pelo crime de violência doméstica no estado do Paraná.

Matéria atualizada as 20:28 horas de 23/07/2018.

+ Corpo de Idoso desaparecido é retirado de poço após três dias de trabalho em Rolim de Moura

+ “Matei por que tentou me matar com golpe de foice”, afirma enteado suspeito de assassinar e ocultar cadáver de idoso dentro de poço em Rolim de Moura

Fonte e fotos: Planeta Folha - Cristiano Lyra

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