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Política

Política 09/10/2018 21:14 Fonte: Rondônia ao Vivo

Nas últimas pesquisas, Ibope errou resultados em Rondônia

Maior instituto de pesquisas do país também errou o resultado em vários estados

O último levantamento do Ibope, maior instituto de pesquisas do país, divulgados antes do fim do primeiro turno nos 26 Estados e no Distrito Federal divergiram da apuração, fora da margem de erro, em 17 unidades da Federação, ou 66,66%. 

De acordo com levantamento do “lho Neles”, o instituto só conseguiu prever corretamente o resultado das eleições para governador em dez casos. Além disso, o Ibope também errou o resultado para governador de Rondônia. 

Em relação à disputa entre Expedito Junior (PSDB), Maurão de Carvalho (MDB) e Coronel Marcos Rocha (PSL) e Vinicius Miguel (REDE), o Ibope apontava, no dia 5/10, que o tucano teria 43% dos votos válidos, enquanto Maurão de Carvalho teria 18% Coronel Marcos Rocha teria 8% e Vinicius Miguel 6%. 

Com a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, Expedito Junior estaria entre 41% e 45%; Maurão de Carvalho estaria entre 16% e 20%; Coronel Marcos Rocha entre 6% e 10% e Vinicius Miguel entre 4% e 8%. 

No dia seguinte, no entanto, os eleitores deram ao ex-senador cassado 31% os votos válidos, enquanto Coronel Marcos Rocha somou 24% e Maurão de Carvalho que já tinha como certo ir para o segundo turno 22%. Também contrariando os números do Ibope, Vinicius Miguel faturou 14% dos votos. 

O Ibope também registrou números fora da margem de erro nos seguintes Estados: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. 

O QUE DIZEM OS ELEITORES

As pesquisas eleitorais sempre estão presentes durante a época de campanha. Realizadas por instituições sérias e confiáveis, as pesquisas demonstram o que uma parcela da população pensa. A mídia vem mostrando vários resultados dessas pesquisas onde todas mantêm o mesmo padrão de resultados. A nossa equipe foi às ruas para saber se a população acredita nos números que são divulgados. Leia as respostas.

Um dia após a votação histórica, e faltando menos de 20 dias para a eleição em segundo turno, a disputa pelo governo se mantém estável, e aponta uma disputa muito grande entre Expedito Junior (PSDB) e Coronel Marcos Rocha (PSL) na segunda etapa da eleição 2018.

Mas a sensação de que os números podem estar errados pairam em muitos segmentos da sociedade brasileira. Mesmo os órgãos pesquisadores apontando uma margem de erro, de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, muitas pessoas não confiam nos números divulgados.

A dúvida se as pesquisas realmente apontam a real opinião da população é latente. Para esclarecer um pouco essa dúvida a nossa equipe foi ao Centro de Porto velho saber o que a população acha. A maioria das respostas foi negativa e o principal motivo é a descrença do povo nos moldes eleitorais.

Confira as respostas:

  • Para Cícero Ferreira Rabelo, morador do Centro, as pesquisas são sérias e verdadeiras. “Ninguém faz uma pesquisa inócua. Acho que 90% é verdadeira”, conta. Para ele as pesquisas ajudam a direcionar o voto. “Não 100%, mas dá para ter uma noção”.
     
  • Já Domício Almeida Oliveira, morador do bairro Socialista, não acredita em pesquisas eleitorais. “Acho que na maioria são falsas, e nem sempre dão certo”, ressalta. Ele completa lembrando que os números nem sempre são reais. “Pode ser enganação, não confio nelas não. È só olhar e ver o que aconteceu nessas eleições. Mais erraram que acertaram”.
     
  • A moradora do bairro Nacional, Leila Rosária Ramos, não acredita muito nas pesquisas eleitorais. “Eles dizem coisas que não refletem a vontade da população”, comenta. Ela diz ainda que “não dá para confiar nas pesquisas”.
  • “Não acredito porque o povo fala uma coisa, mas na hora pode fazer outra”, enfatiza Ana Paula Apolinário Lopes da Silva, moradora do Cohab. Para ela todas as pesquisas são manipuladas. “Tudo aponta para o candidato que tem dinheiro, mas muita gente que conheço não irá votar em quem já mostrou que não faz nada pelo povo”, completa.
  • De acordo com Edna Maria da Silva, moradora da Cuniã, no cenário atual não dá para confiar em nada. “As pesquisas não mudam em nada a opinião das pessoas, todo ano é essa mesma coisa”, finaliza.
  • Vanessa dos Santos Neiva, moradora do São João Bosco, acredita nos resultados das pesquisas. “Acho que os números representam a vontade da grande maioria da população sim”, exclama. Para Vanessa as pesquisas refletem a vontade popular. “Os números mostram o resultado final”, conclui.
     
  • “Chega na boca da urna as pessoas mudam seus votos”, comenta a moradora do bairro Pedrinhas, Fabiana Cristina Germano. Para ela as pessoas podem falar uma coisa e fazerem outra. “Eu mesma faço isso mudo de última hora”.
     
  • Para Cleusa Moreira de Souza, moradora do Nova Esperança, as pesquisas são muito vagas e não dizem a realidade. “Eu não acredito, pois tudo pode mudar na hora de votar”, ressalta. Ela lembra ainda que os números são relativos se comparado ao número de eleitores no Estado. “São poucas pessoas ouvidas”.
     
  • Já o morador do Centro, Arnaldo Camilo de Andrade, tudo depende de quem está sendo pesquisado. “Eu não gosto de política e acho que as pesquisas não refletem a realidade”, conta. Para ele o que vale é o voto na urna.
     
  • Américo Correa, morador do Esperança da Comunidade, não confia muito nas pesquisas. “Eu nunca fui parado para saber minha opinião”, conta. Para ele as pesquisas parecem falsas ou até mesmo inexistentes. “Não acredito que haja essa ação de pesquisas, acho que é mais marketing”, finaliza.
     
  • “Eu não acredito porque eu acompanho sempre e muitas vezes o resultado muda”, enfatiza Manoel Pinheiro da Silva, morador da Ulisses Guimarães. Para ele as pesquisas não refletem a realidade do povo. “Acho  que não são muito confiáveis essas pesquisas”, completa.
     
  • Já o morador do bairro Novo, Anderson Miranda da Costa, acredita nas pesquisas. “Acho que reflete o que as pessoas entrevistadas pensam, mesmo que não seja a maioria”, conta. Para ele os números não podem ser considerados definitivos. “A vitória do candidato é independente de pesquisas, acho que são relativas nesse sentido”, finaliza.

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