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Política

Perseguição? 21/01/2018 00:20 Fonte: Planeta Folha

“Portaríados” do prefeito Luizão do Trento protocola representação na justiça contra o Vereador Delegado Morari

Em retaliações as fiscalizações do Vereador Delegado Morari, um documento "misterioso" foi protocolado na Delegacia Regional, entenda o conteúdo documental... O Sindicato dos Servidores Municipais da Zona da Mata - SINSEZMAT repudiou o conteúdo do documento...

O Vereador Delegado Morari (PPS), virou alvo de críticas da administração política de Rolim de Moura, comandada pelo Prefeito Luizão do Trento (PSDB), após o vereador desmascarar o executivo no dia 28 de setembro de 2017, quando na época foi flagrado uma máquina da Secretaria de Agricultura realizando trabalhos na propriedade do senhor Josias custódio, assessor remunerado com o equivalente a R$ 10.000,00 mensais, do gabinete do Senador Ivo Cassol.

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O caso mais recente está um documento protocolado na Delegacia Regional de Rolim de Moura e assinado pelos servidores “portaríados” do prefeito Luizão. No documento de quase 05 páginas estão descritas vários fatos, que segundo o documento o vereador Delegado Morari deverá ser responsabilizado.

Dentre os fatos, estão descritos os fatos da fiscalização do Vereador Delegado Morari e do Vereador Dr. Lauro (Não citado no documento) que na época não podiam ter adentrado na propriedade do senhor Josias Custódio, e que o mesmo, não podia ter solicitado a Polícia Militar para o registro dos fatos.

No entendimento do documento, esta que o vereador Delegado Morari deveria fazer “vista grossa” e deixar o executivo a realizar os trabalhos na propriedade particular da pessoa de “baixa renda” que ganha um salário de cerca de R$ 10.000,00 reais, beneficiado pelo programa Melhor Caminho.

Outro ponto do documento, cita que o Vereador Delegado Morari está supostamente cometendo crime de “falsidade ideológica”, por ser tratado pelos pares e companheiros de trabalho por “Delegado”, nome este registrado no Tribunal Eleitoral e aprovado para o uso na política.

O documento também cita uma fala do vereador na tribuna da câmara de vereadores, onde segundo o documento, ele teria ameaçado os servidores municipais com palavras ofensivas. No dia de sua fala, o vereador citou as palavras que resolveria as situações no braço e senão desse conta resolveria na bala, devido a supostas ameaças de “portaríados” contra a sua pessoa, ameaças estas que chegaram através de conversas de corredores.

Versões incompatíveis

A redação do site PLANETA FOLHA, analisou o documento e descobriu que na verdade, no início o mesmo cita que a representação é feita pelos Servidores Efetivos do Município de Rolim de Moura, e que as assinaturas não são de tais servidores e sim de maioria de servidores “portaríados”, indicados pelo prefeito aos cargos.

Nossa redação levou o documento até a prefeitura e conversou com vários servidores efetivos de carreira e os mesmos não sabiam de tal documento e que não haviam assinados, chegando a indicar algumas assinaturas mais legíveis sendo de “portaríados”.

Ao conversar com o Procurador de Rolim de Moura, Dr. Herivelto, o mesmo não assumiu a autoria do documento mas disse ter assinado o documento, e disse que se sentiu ameaçado pelas palavras do vereador, dita na tribuna.

O Procurador, ao ser indagado se o Prefeito Luizão do Trento teria envolvimento no documento, o mesmo foi rápido em sua resposta, dizendo apenas a palavra “não”.

Vale ressaltar que o Procurador Dr. Herivelto, é “portaríado”, indicado pelo prefeito ao cargo que exerce atualmente, e tem que seguir o “caminho” do prefeito.

Procuramos o gabinete do Prefeito, e em conversa com o Chefe de Gabinete identificado como Gomes, o mesmo disse que não sabia de tal documento, chegando a ficar surpreso com tal ato, mas que durante a conversa, afirmou que também se sentiu ameaçado e que compactuava com o documento.

Tentamos contato com Ricardo barros, assessor do Prefeito, mas o mesmo não se encontrava em sua sala, chegando uma pessoa ligada ao prefeito, dizer que o mesmo teria saído para resolver “umas coisas”, mas não soube informar se era ou não serviço da prefeitura ou particular.

Por último, procuramos o Vereador Delegado Morari, para saber sobre a representação, e o mesmo nos disse, que não foi ainda notificado, mas que ao ler o documento já percebe-se que o conteúdo é completamente infundado e não condiz com a realidade. O vereador também nos disse que assim que for notificado oficialmente vai procurar os meios civis e criminal em relação ao conteúdo documental.

O Vereador também frisou, que tal ação do executivo em tentar te calar, não terá sucesso, e que vai continuar a fazer o seu trabalho de vereador, que é o de fiscalizar e não compactuar com as mazelas do executivo.

Resposta do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais da Zona da Mata – SINSEZMAT

O vereador Delegado Morari, através de seu advogado, enviou um oficio ao sindicato solicitando esclarecimento sobre tal documento, devido o mesmo citar “servidores efetivos”, e que são representados pelo sindicato.

Acompanhe a resposta:

1. O sindicato em tela, desconhece o documento apócrifo apresentado, haja vista que se trata de um documento sem qualquer identificação legal, mas no entanto utilizam-se indevidamente da classe dos servidores efetivos de Rolim de Moura.

2. das poucas assinaturas legíveis, identificamos servidores do quadro comissionado (Portaríados), e portanto, assinam em nome próprio, de uma classe que não representam e que os mesmos não foram substituídos por esta Entidade Sindical que representa todos os servidores desta base.

3. O Sinsezmat afirma que, jamais ou em tempo algum, recebeu qualquer reclamação dos servidores efetivos filiados sobre o fato, e questiona o documento pois se fosse representação da classe seria via sindicato e que as denúncias efetuadas por servidores sempre vem com nome legível e CPF do mesmo. O documento aparenta ter a natureza de denúncia apócrifa.

4. O Sindicato, bem como os Servidores Efetivos, representados, sempre foram agradecidos pelo trabalho do vereador Morari e jamais compactuariam em apoiar a utilização de equipamentos da prefeitura para fins particulares.

5. O Sindicato, jamais recebeu dos servidores efetivos ou não, qualquer queixa de que tenham sido ou sentido ameaçado ou constrangido por atos ou palavras oriundas do vereador a não ser ameaçados de ver suas contas vencerem pelos repetidos atrasos no pagamento de salários.

6. Assim, resta patente que tal documento, não representa a Classe dos Servidores Efetivos, e, portanto não merece qualquer credibilidade devendo ser expurgado, pois como verificado os subscritores anônimos, são em sua maioria servidores portaríados que assinam um documento indevidamente, em nome de uma classe que não representam mas utilizam seu nome, tentando notadamente prejudicar o vereador que está sempre atento as possíveis irregularidades da Administração Municipal.

Assim, colocamo-nos a inteira disposição para testemunhas em juízo ou fora dele sobre os fatos narrados, que de plano repudiamos. ( Finaliza a resposta do sindicato).

Fonte: Planeta Folha


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