Polícia

Morta após combinar carona por WhatsApp 08/11/2017 06:39 G1 Rio Preto e Araçatuba

Jovem morta após combinar carona por WhatsApp é homenageada em missa

Família fez a cerimônia de sétimo dia na Igreja São Sebastião, em Guapiaçu (SP), que ficou repleta de amigos da jovem e também de moradores.

Moradores da pequena Guapiaçu (SP), cidade de 17 mil habitantes, lotaram na noite desta terça-feira (7) a Igreja Matriz para prestar homenagem para Kelly Cristina Cadamuro, de 22 anos, que morreu após combinar uma carona para um homem em um grupo de WhatsApp.

A família fez a missa de sétimo dia na Igreja São Sebastião, que ficou repleta de amigos da jovem e também de moradores, mesmo não a conhecendo pessoalmente, se solidarizaram com os familiares.

Kelly era de Guapiaçu e combinou carona em um grupo de WhatsApp para Itapagipe (MG), onde mora o namorado Marcos Antônio da Silva. Ele também compareceu à missa.

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A reconstituição do crime está marcada para esta quarta-feira (8) e deve ser feita em Minas Gerais, a partir do momento em que o assassino - Jonathan Pereira do Prado – praticou o crime de fato, onde matou e jogou a jovem perto de um córrego. O criminoso vai participar da reconstituição.

O caso
A radiologista Kelly Cristina Cadamuro foi dada como desaparecida na quarta-feira (1º) depois que saiu de São José do Rio Preto (SP), cidade vizinha a Guapiaçu, com destino a Itapagipe (MG) para encontrar com o namorado.
Marcos chegou a alertá-la por mensagem para que tivesse cuidado na viagem. Os dois namoravam há avia dois anos e tinham planos de se casar.

O corpo de Kelly foi encontrado em um córrego entre Itapagipe e Frutal na quinta-feira (2) sem a calça e com a cabeça mergulhada na água. A jovem foi enterrada na cidade natal, em Guapiaçu (SP).

Jonathan foi preso no dia do crime em São José do Rio Preto e foi identificado como sendo o passageiro da carona. Outros dois suspeitos também foram presos por comprar os pertences roubados da jovem.
Após dar várias versões sobre o crime, Jonathan detalhou como ocorreu o crime. De acordo com a Polícia Civil de Frutal (MG), o autor relatou ter amarrado a vítima após desacordá-la e, apesar do corpo de Kelly ter sido encontrado seminu, afirmou não ter cometido abuso sexual. O suspeito estava foragido desde março de um presídio de Rio Preto.


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