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Brasil

Manifesto 27/05/2018 18:25 Fonte: Planeta Folha - Dr. Ronan Almeida de Araújo

Vídeo viraliza nas redes sociais e repórter da Rede Globo se cala diante de perguntas de internauta sobre a greve dos caminhoneiros

Um vídeo que está circulando nas redes sociais está tendo enorme repercussão pelo país de gravado por um vendedor de frutas na Ceagesp (Central de Abastecimento) em São Paulo. A repórter da emissora da família Roberto Marinha estava na central fazendo entrevista sobre a falta de produtos e os prejuízos dos comerciantes. Porém, um vendedor resolveu entrevistar a repórter e ela se calou diante de inúmeras perguntas feitas por um comerciante que também está apoiando o movimento dos caminhoneiros nessa greve que completa hoje uma semana. A emissora, como é do conhecimento de todos, está contra a paralisação, mas a repórter se negou a responder a todas as perguntas do comerciante. Várias foram as perguntas dirigidas à profissional, como: “o que você está achando da greve; porque a sua emissora está contra a greve; dê sua opinião sobre o movimento; porque você está pedindo informação sobre a greve; vocês acham que o movimento está certo ou errado; qual a opinião de vocês sobre a greve; vocês estão no meio do movimento e estão afetados, então o que vocês estão achando do movimento, etc. 

A Rede Globo está contra a greve dos caminhoneiros porque recebe verbas milionárias de publicidade do governo para divulgar as ações do presidente Michel Temer, como agora circula um comercial dizendo que o país mudou para melhor e não há inflação no país porque o governo conseguiu conter os preços altos nos produtos. A Rede Globo sempre apoiou os governos federais e também muitos estaduais, como na época em que o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB) mandava no Estado Fluminense. No governo Dilma foi diferente porque a ex-presidente se recusava a repassar dinheiro em publicidade em favor da emissora que apoiou o golpe comandado pelo vice e hoje presidente Michel Temer, que agora está enfrentando um movimento de protesto maior do que quando Dilma era presidente. Michel Temer tem hoje apenas 7% de popularidade e certamente é de longe o maior chefe da nação em reprovação de opinião pública sobre o jeito de governar um país. Essa greve prova quem é Michel Temer, um político articulador golpista que faz manobra para se perpetuar no poder até o dia 31 de dezembro de 2018 com medo de perder o foro privilegiado porque se cair antes desta data, corre o risco de ser preso devido às cenas da mala da “rodinha”, um mesada da JBS de R$ 500,000,00 mil mensais de propina dos empresários do ramo de carne para receber benesses do governo, como isenção de imposto de renda, empréstimo a perder de vista, informação privilegiada de valorização e desvalorização do dólar na Bolsa de Valores em São Paulo.

Ronan Almeida de Araújo é jornalista e advogado


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