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Artigos 01/11/2017 08:53 Fonte: Planeta Folha - por Prof. POLINI

A Problemática do LIXO - por Prof. Polini

 Uma mensagem “O lixo que você joga no rio não fala, mas ele diz muito sobre quem é você!”

Um exemplo de racionalidade chamou a atenção no Rio Guaporé. É com muita satisfação que manifesto aplausos a um núcleo de sábias pessoas comprometidas com a preservação ambiental, que realizou espontaneamente a coleta de diferentes resíduos, que indevidamente foram lançados no curso natural do rio. Este, que assim como muitos outros vem sofrendo com o descarte inapropriado do lixo. Mas devemos levar em consideração os belos exemplos, e este sem sombra de dúvidas terá reconhecimento, e servirá como modelo para que outras pessoas em distintas localidades venham a realizar.

Sabemos que o lixo é uma grande problemática social. Primeiro porque tem um aumento demasiado da população e, com o aumento da população, termina aumentando aquilo que consumimos e que também descartamos isso causa um problema. O nome é forte “lixo”, é tudo aquilo que reputamos como desnecessário e descartamos em algum lugar. Há lixos de todos os tipos sendo produzidos e descartados de várias maneiras cotidianamente. Uma das formas mais comuns de classificar o lixo é separá-lo quanto ao tipo dele em si, assim classificados: como orgânico, inorgânico, eletrônico, hospitalar, radiativo, industrial, entre outros. A classificação é necessária para fins de coleta e tratamento do mesmo. Destaco outro problema que ocorre diariamente nas cidades, principalmente nas consideradas pequenas, este é oriundo de nossas casas, justamente com o lixo orgânico, porque esse, muitas vezes, não há a necessidade de reutilizá-lo ou de reciclá-lo, o que seria o ideal em relação ao seu despejo. Despejo este, que não sendo realizado acarreta outra situação desagradável que é a falta de seu recolhimento.  Pois os “cães literalmente fazem a festa”.

Muitas cidades não estão preparadas para essa demanda. Assim, indevidamente diferentes resíduos acabam sendo lançado em ambientes naturais, pois aterros sanitários são raros gerando uma série de problemas relacionados à própria degradação do ambiente, causando grandes impactos.

Aprendemos que o meio ambiente consiste em tudo o que está concentrado a nossa volta.  As matas, solo, rios, córregos, igarapés, qualquer tipo de natureza, vegetação ou ecossistema. É justamente por isso, que atualmente temos presenciado a grande quantidade de lixo que é descarregado. Esse impacto pode ser observado em várias áreas de ecossistemas terrestres e aquáticos.  No caso de um rio e também no solo, os impactos serão drásticos, tais como: o assoreamento, a poluição da água, resíduos que causarão mortes nas diversas espécies, sem contar nos lençóis freáticos com a absorção do chorume (aquele caldo escuro e ácido, de cheiro muito desagradável, proveniente da decomposição da matéria orgânica), entre outros significativos impactos, causando uma série de mudança nas cadeias alimentares.

 O uso sustentável do lixo é um grande desafio. Mas o que é a sustentabilidade? São várias definições para o termo, cito particularmente que a sustentabilidade é tentarmos utilizar os recursos naturais, utilizar daquilo que nós consumimos e descartamos em benefício mútuo. Tentar reutilizar de uma forma sustentável, que não venha degradar o ambiente. E por esta razão ilustres leitores, é louvável e de grande valia o reconhecimento para o que eles (as), fizeram, e para os que ainda utilizam esta equivocada prática fica o atento, para que respeitem mais o nosso rio, pois, se continuar assim, da água que muitos beberam/bebem, as futuras gerações não poderão beber, e no rio que muitos pescam, neste ritmo não haverá mais a diversas quantidades de peixes para pescar.

 Uma mensagem “O lixo que você joga no rio não fala, mas ele diz muito sobre quem é você!”

PROF. POLINI

Licenciado em Geografia e História

Especializado em Gestão e Educação Ambiental

Servidor Público Estadual


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