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Tecnologia 17/10/2017 18:16 Fonte: Planeta Folha - por Dr. Ronan Almeida de Araújo

O uso do zap em grupo, em família e em particular

O uso do aplicativo chamado WhatsApp, conhecimento mundial e popularmente, por zap, tem sido uma ferramenta muito importante para comunicarmos no dia-a-dia, em casa, no trabalho, nos passeios, nos encontros familiares e amorosos, nas baladas, em tudo. A verdade é que a gente dorme com o celular do lado do travesseiro para que no dia seguinte, bem cedinho, antes do café, usar o zap para ver quem mandou mensagens, se nossas mensagens foram visualizadas e assim por diante. Eu particularmente não tinha menor apreço por esse troço, inclusive cheguei a fazer comentários preconceituosos sobre essa ferramenta tão útil ao nosso mundo moderno. Hoje, como advogado, pego 90% das minhas ações pelo celular, através do zap, que me ajuda a economizar dinheiro, tempo e facilidade para conversar com o meu cliente e saber se o caso dele é grave e exige minha presença junto a ele em pouco tempo ou se pode esperar por mais alguns dias para então atendê-lo pessoalmente, o que acho de suma importância para conhecer melhor os problemas dos meu clientes e ajudar a resolvê-los o mais depressa possível, principalmente envolvendo casos de maior gravidade.

Quase todos os meus clientes têm zap e converso com eles, na sua grande maioria, todos os dias, cumprimentando-o como de sempre: bom dia, boa tarde e boa noite. Às vezes, o papo se prolonga e aí vira festa, ou seja, conversa vai, conversa vem, e o papo não para, prologando o diálogo por horas, pois é muito gratificante falar com pessoas legais, amigas e que ajudam você a conviver de forma quase familiar. Como também sou jornalista e escrevo diariamente sobre tudo, menos sobre meus problemas, é claro, não sou bobo, compartilho meus pensamentos jornalísticos com todos, alguns gostam, outros odeiam, principalmente quando o assunto é sobre política. Quando o caso é sobre família, as pessoas se interessam muito e quase todos gostam daquilo que comento, pois são texto s motivacionais e que sempre têm o propósito de ajudar um amigo com dificuldades no relacionamento. Tenho os meus. E são muitos. Mas só conto para a minha mulher e algumas vezes para os meus filhos, pois como eles vão crescendo, a intimidade vai ficando para trás, porque o pai sempre tem vergonha de conversar com os filhos sobre casos de família, como por exemplo, puberdade, sexualidade, entre outros assuntos de relevância para conhecimento e entrosamento familiar. 

Participo de apenas dois grupos, quais minhas duas famílias: da minha própria e da minha esposa. Sempre falando besteira, bobagem, até porque a gente não tem saco para falar todos os dias coisas diferentes, senão você acaba não trabalhando e fico o dia inteiro com a tela do celular ligada apertando as teclas e compartilhando asneiras com os seus familiares. Muito divertido você bater um papo com os seus familiares, principalmente aqueles mais chegados, mais íntimos e mais queridos, porque em família tem pessoas que você não quer ver nem no perfil, porque quando você não gosta daquele parente, você tem interesse de excluí-lo para sempre. Participei de outros grupos não familiares, mas saí de todos eles, graças a Deus, e nunca mais vou participar novamente e fico até com dor de cabeça só de pensar quando participei de grupos meio loucão que deixam você irado da cabeça que dá vontade de ir na casa da pessoa tomar satisfação, ou nas piores das hipóteses, ir diretamente para a delegacia ou hospital. Na delegacia, registrar o famoso BO. No hospital, tomar remédio contra princípio de enfarte, o que tenho evitado, naturalmente, caso contrário, já estarei na “cidade dos pés-juntos”. 

Recentemente, participei de grupo em Costa Marques, que para mim, é o melhor da cidade. Durante quase nove meses, frequentei esse grupo, dando minhas opiniões sobre tudo, como política, o assunto mais comentado entre as pessoas que participam do grupo. Fazia minhas provocações de sempre para ver a reação da pessoa. Quando alguém escrevia errado, como VIRIADOR, ao invés de VEREADOR, sempre eu chamava atenção e dizia que quando lia uma palavra escrita de forma errada, eu começava a enfartar e assim por diante. O mais difícil participar de um grupo de zap que não seja familiar é quando alguém faz comentário pessoal sobre sua vida, o que causa naturalmente constrangimento e aborrecimento. Mas quem participa desse tipo de grupo sabe perfeitamente que repercute ; normal e ninguém deve se aborrecer por isso, porque quando se entra na chuva, ocorre o quê? Resumindo: me excluí e adeus grupo e talvez daqui uns meses eu volte a frequentá-lo até porque não vou deixar de dar minha opinião sobre os rumos de minha cidade, críticas construtivas de como fazer alguma coisa para melhorar o seu bairro, a atuação do vereador, que mais se preocupa com diária do que com o povo, etc. 

Mas meus amigos, o zap veio para nos ajudar a se comunicar melhor, com mais rapidez e diminuir as distâncias entre nós, fazendo com que o mundo fique pequeno diante da forma gigantesca dessa importante ferramenta de entrosamento, de relacionamento, de amizade, de construção de uma família, enfim, o zap serve para nos ajudar a compreender melhor o próximo, tratando-o com respeito e consideração, pois mensagens mais negativas, áudios pornográficos, fotos de montagem, que sempre são voltados à mudar nossa mentalidade para o mal, não sou adepto e nunca tive qualquer interesse de saber e conhecer, pois meus propósitos são aqueles que me levem e pensar positivamente, com ideias novas, progressistas, riquíssima de conteúdo e acima de tudo que nos ajudem a pensa r em um mundo diferente, usando os meios de comunicação de massa, como as redes sociais, para que possamos criar o maior grupo que esse pais já teve: o da grande família brasileira, à procura de convivência harmoniosa, respeitosa, cristã e verdadeira sadia. 

Dr. Ronan Almeida de Araújo é advogado (OAB/RO 2.523) e jornalista (DRT/R0 431) nas cidades de Costa Marques e São Miguel do Guaporé.


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