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Artigos 03/09/2017 15:10 Fonte: Planeta Folha - Por Dr. Ronan Almeida de Araújo

Costa Marques: porque sofre?

A primeira vez que estive em Costa Marques foi em 1999. Concluí meu curso de direito na Ulbra em Ji-Paraná nesse ano e em fevereiro colei grau e depois fiz exame da OAB e setembro do mesmo ano e me mudei para Nova Brasilândia, onde inicie minhas primeiras atividades profissionais porque o Tribunal de Justiça havia inaugurado o início dos trabalhos da nova comarca, desmembrada de Rolim de Moura.

Em novembro de 1999, fui participar da primeira audiência em Costa Marques. Fui de ônibus pela Eucatur.

Levei três dias para chegar, porque a estrada estava interditada em vários lugares, devido à queda de pontes e porque as chuvas impediam-me de chegar com mais rapidez.

Fui aconselhado a levar na viagem alguns alimentos porque a viagem era muito difícil e a distância gigantesca, em razão da BR-429 não ter um metro de asfalto de Alvorada até Costa Marques. Me lembro que naquela época tinha uma pequena pasta preta e resolvi colocar dentro dela várias bolachas Mabel, porque o ônibus levava três dias para chegar no destino.

Assim fiz e nesse ano de 1999, conheci a cidade pela primeira vez, cidade tão falada e propagada da época.

O fórum da cidade tinha três salas, a do juiz, a do cartório distribuidor e a outra a outra onde todos os cartórios estavam juntos. Nesse dia quando estive pela primeira vez na cidade, fui conhecer o Rio Guaporé, e depois disso, foi um casamento à primeira vista e aí começou meu amor pelas belezas do rio e da natureza, quando fiz compromisso de todo ano frequentar o rio e posteriormente o festival de praia. Mas aqui quero explicar o título deste texto: "Costa Marques: porque chora?". Nessa época, comecei a estudar a cidade, as pessoas e a região.

Peço desculpas a todos porque até agora ainda não entendi algumas coisas que ocorrem na cidade e fico imaginando porque certas coisas não vão pra frente na cidade. Exemplo: porque há tanta gente que trabalha para que não haja mudança na cidade e pensa que ficar do que jeito que está é melhor do que promover mudanças de hábitos e costumes? Não aceito que o comércio local, em sua grande maioria, feche das 12:00 às 14:00 horas. Esse hábito é de pessoas que vieram para Costa Marques trazendo essa tradição do Líbano, etc.

Há outros tipos de costumes na cidade que vou deixar para comentar posteriormente. Mas Costa Marques para mim será a cidade eterna, minha namorada e minha princesinha porque a amarei eternamente.

Dr.Ronan Almeida de Araújo é advogado e jornalista.


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